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Lucas D. Camargos Médico · Radiologia e Diagnóstico por Imagem

Como este site é feito

As páginas daqui pedem ao leitor atenção às fontes e aos limites do que se afirma. Esta página mostra como o mesmo cuidado é aplicado ao próprio site.

Toda página carrega procedência

Fonte, data de revisão, próxima revisão e quem revisou aparecem na margem de cada página. Quando a revisão vence, a página continua no ar com um selo de revisão pendente.

O autor revisou e aprovou o conteúdo deste site em 24 de agosto de 2026, e cada página registra isso na margem. Durante a construção, todas as páginas carregaram um selo de rascunho. Sempre que um conteúdo reabrir para revisão, o selo volta.

Como a legibilidade é medida

Um programa mede a legibilidade de cada página dirigida a pacientes, a cada compilação, pelo índice de Flesch adaptado ao português. Se o texto sai difícil demais, a compilação falha e a página não é publicada. Essa trava existe porque o material educativo em radiologia costuma sair acima do nível de leitura de quem vai lê-lo. Pesquisadores mediram os 131 textos para pacientes do RadiologyInfo.org, a biblioteca mantida pelo Colégio Americano de Radiologia: a média ficou acima do 11º ano de escolaridade em todas as seis escalas usadas. Nenhum dos 131 textos chegou ao 8º ano, que é a leitura média do adulto, e nenhum chegou ao 6º, o nível recomendado para material de paciente. A dificuldade é do gênero inteiro, em qualquer idioma.

A escala de certeza fica à vista

As palavras que medem dúvida (possível, provável, compatível com) chegam ao leitor com um peso diferente do que o médico imaginou ao escrevê-las. Isso já foi medido várias vezes. Num estudo clássico, médicos atribuíram uma probabilidade às expressões mais usadas em laudo e repetiram o exercício semanas depois: os valores variaram entre pessoas e também dentro da mesma pessoa. Num outro, com 33 radiologistas e 67 médicos de outras áreas, houve acordo em 25 de 36 expressões e divergência em 11, entre elas compatível com. Já médicos de emergência, perguntados sobre o que atrapalha, apontam os termos evasivos.

A resposta da radiologia foi publicar a régua junto com as palavras. O Memorial Sloan Kettering imprime o léxico de certeza dentro de cada laudo, para o leitor usar a mesma chave de quem escreveu. Aqui a escala de certeza tem verbete próprio, pelo mesmo motivo.

Regras que quebram a publicação

  • Página fora do rascunho sem data de revisão e sem revisor não vai ao ar: a compilação falha. Toda afirmação que invoca evidência cita a fonte. Para terminologia, a fonte é o próprio autor: é assim que um dicionário funciona. A exigência inicial de fonte externa para todo verbete caiu em 24 de agosto de 2026, com registro em o que mudou.
  • Linguagem promocional, superlativo ou garantia de resultado não vai ao ar.
  • Orientação individual em texto para paciente não vai ao ar.
  • Formulário, campo de busca que envie dados e upload de arquivo não vão ao ar. A única exceção: existe um WhatsApp para médicos solicitantes discutirem laudos. Ele vive num único componente auditado, aparece só em /solicitantes e na página do código do laudo, nunca em página dirigida a paciente. A compilação falha se um link de WhatsApp surgir em qualquer outro arquivo.
  • Recurso carregado de outro servidor não vai ao ar.
  • Página sem a identificação profissional no rodapé não vai ao ar.
  • Verbete sem a faixa de orientação e sem o bloco de limite não vai ao ar.

Correção pública

Erro factual corrigido recebe nota datada em o que mudou, com o que foi corrigido.

O que sustenta esta página

A régua vale para esta página também: as afirmações feitas aqui sobre legibilidade e sobre linguagem de incerteza vêm dos estudos listados abaixo, reunidos também em fontes.